Maior internacionalização e mais modernização e pesquisa são metas para a INFLOR em 2018

//Maior internacionalização e mais modernização e pesquisa são metas para a INFLOR em 2018

Maior internacionalização e mais modernização e pesquisa são metas para a INFLOR em 2018

A INFLOR está agregando IOT – Internet of Things (internet das coisas) e Machine Learning em seus sistemas 

Por Elias Luz.

Um ano importante com um nível de modernização jamais visto. A frase de Antônio Tatagiba, diretor de Serviços Internacionais e Produtos da INFLOR, traduz o sentimento da empresa, que quer estar ainda mais presente no Brasil e no exterior. Para Tatagiba, a importância deste ano é diferenciada porque toda a plataforma e sistemas da INFLOR serão modernizados. “É o INFLOR Forest em curso”, acrescenta Tatagiba.

A INFLOR está agregando IOT – Internet of Things (internet das coisas) e Machine Learning em seus sistemasTatagiba destaca que isso mudará toda a inteligência do negócio florestal. “Estamos trabalhando firmes com parceiros internacionais na geração de novas tecnologias que mudarão os níveis de produtividade, além de gerarmos soluções para melhor expertise benchmarking”, antecipa Tatagiba.

O diretor de Inovação da INFLOR, Carlos Albuquerque, frisa que a pesquisa é um componente importante para a inovação, porém, o melhor mesmo a fazer é reunir pilares de tecnologia com a necessidade do negócio para uma solução que agregue valor ao produto do cliente. Por isso, em sua avaliação, Albuquerque enfatiza que a INFLOR sempre está diante de um desafio principal: o de trazer uma novidade para o mercado ao ponto de surpreender o cliente e, no momento pós-Expoforest, com inovação em internet das coisas, processamento de imagens e conceito de floresta 4.0.

Carlos Albuquerque enfoca que o caminho é a antecipação de demanda, tornando viável e acessível uma tecnologia que era vista como cara. “Estamos trabalhando em tecnologias de novos sensores, machine learning, o que pode ser entendido como unir o útil ao agradável. Queremos surpreender nossos clientes com cada vez mais tecnologia – seja ele nacional ou internacional”, sintetiza Albuquerque.

Quando questionados sobre possíveis diferenças entre o mercado nacional e o internacional, tanto Antônio Tatagiba, quanto Carlos Albuquerque respondem de forma semelhante sobre o mercado tecnológico florestal. O esboço deles baseia-se na vivência de uma empresa que está em todo o planeta. “O conceito florestal é similar e, dependendo da região, há um ciclo mais longo ou curto. Diferente mesmo são as culturas dos países”, discorrem os diretores. Como um time bem treinado, entrosado, o desafio da INFLOR não é um ótimo local, e sim um ótimo global.

2018-05-29T09:57:08+00:00

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